20130312

Policarpo de Esmirna


Quem foi Policarpo? Foi um bispo cristão da Esmirna do século II. Uma pessoa de coração compassivo e sua compreensão para com os fracos. Como bem se destacou frangiotti “de sua infância, sua formação, sua família ignoramos tudo.” Todavia, embora não tenhamos quaisquer detalhes destes anos sobre a sua vida, temos algumas informações sobre a sociedade na qual se desenvolveu até chegar ao oficio de bispo Esmirna. Como foi encontrada na carta escrita aos Filipenses. 

Desde seu início, a igreja cristã esteve sob severa perseguição, pelo império romano, e a política adotada na época para com o cristianismo era a de que “se alguém os acusava, e decidia a abandonar a fé, deviam ser castigado. Mas se ninguém os acusavam devia empregar seus recursos para persegui-los. Os cristãos de Esmirna possuíam uma igreja muito forte e respeitada. Das cartas endereçadas as 7 igrejas no livro de apocalipse a única a não ser encontrada fora a igreja de Esmirna.  

Diante das perseguições aos cristãos, pelo império romano, Policarpo procurou se refugiar em sítios de vizinhos para continuar seu trabalho, mas os soldados romanos o descobrem, antes de ser levado para a arena (o lugar onde os cristãos do império eram jogados, para serem devorados pelas feras), ele pede para orar, e ora por longas duas horas, o que faz com que os soldados apreciem o caráter do bom velho, chegando a pedir ao mesmo que simplesmente diga: “César é o senhor, e queime um incenso”, mas Policarpo recusou calmamente e foi então encaminhado até a arena diante da população romana que o empurrava chegando até o governador que interrogando o velho homem piedoso, com receio de entregá-lo as feras, diz: Descrição: hotel em natal Jure pela felicidade de César. Mude de ideia. Diga "Fora com os ateus!". O governador obviamente queria que Policarpo salvasse a vida ao separar-se daqueles "ateus", os cristãos. Ele, porém, simplesmente olhou para a multidão zombadora, levantou a mão na direção deles e disse: — Fora com os ateus! O governador tentou outra vez: Policarpo — Faça o juramento e eu o libertarei. Amaldiçoe Cristo! O bispo se manteve firme. — Por 86 anos servi a Cristo, e ele nunca me fez qualquer mal. Como poderia blasfemar contra meu Rei, que me salvou? Diante da recusa, nada mais podendo fazer o pro-cônsul, mandou que viesse às feras, começando assim a história de um martírio prolongado. Policarpo deixa o governador mais irritado ainda, diante da intrepidez do mesmo e de sua alegria, em saber que iria partir para um lugar melhor e com esta situação, Policarpo é amarrado em uma estaca para ser queimado, tendo ele respondido: "Ameaçais-me com o fogo que arde por um momento, e depressa se apaga, mas nada sabeis da pena futura, e do fogo eterno reservado aos ímpios. Ele então foi atado, contrariando o povo que queria pregá-lo na estaca, a lenha foi colocada em redor e ateado fogo, que segundo testemunhas, não consumiu Policarpo: “Tendo em seguida recomendado a sua alma a Deus deu o sinal ao algoz, e este logo lançou fogo à palha. Mas, diz a tradição, os acontecimentos maravilhosos do dia ainda não tinham chegado ao seu fim. Por qualquer razão desconhecida  as chamas não tocaram no corpo de Policarpo, e os espectadores, vendo-se enganados, olhavam uns para os outros na maior admiração. Contudo, o ódio venceu a superstição, e pediram ao al­goz que matasse a vítima a golpes de espada. Assim se fez, o golpe fatal foi imediatamente dado, e naquele momento de cruel martírio, o fiel servo do Senhor entregou a alma a Deus, e ficou para sempre longe do alcance dos seus perse­guidores”. 

Por Mila Santos
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